Um papo sobre a melhora da autoestima e a dermatologia

Em nome do rejuvenescimento, surgem cada vez mais técnicas e procedimentos para modelar nossos corpos. Alguns ácidos já são quase milagrosos para a pele e para outros tantos avanços tecnológicos no mercado da beleza. Assim, cria-se uma linha tênue entre melhorar a autoestima dos pacientes e o exagero estético. 

Existe um limite, e o médico tem o dever de ressaltá-lo. Não é possível fazer caber 50 anos em 15. Se o nosso reflexo já não é o mesmo de antes, estamos vivendo outra fase da vida, outro momento de descobertas. Nossas marcas na pele são sinais de que vivemos anos para contar nossos feitos e evolução. Por isso é tão importante aceitá-las, viver em harmonia com elas.

A beleza do envelhecer

O saudosismo pela beleza jovem não traz lembranças, mas, sim, angústia. A aceitação de que nosso corpo existe para cumprir uma trajetória – de início, meio e fim – é o primeiro passo para aceitarmos quem somos, em todos os anos. E, podemos, claro, contar com todos os recursos possíveis da medicina e da estética para estarmos à vontade com nossa aparência, desde que mantenham a harmonia de nossas características únicas.

Podemos, também, sentir falta de quando nos sobrava vitalidade, disposição para fazer tantas atividades. Mas, isso não é motivo para gostarmos menos de quem nos tornamos por fora. Deve ser um incentivo, inclusive, para cuidarmos ainda mais da saúde.  

Longevidade e a autoconfiança

A medicina atua, também, para atender nosso desejo de adiar o fim de nossa trajetória, nos tornando mais saudáveis, com novos recursos contra doenças e investindo em nosso bem-estar mental, inclusive. É ele que deve ser nosso principal aliado. A nossa mente determina o que pensamos sobre nós. Por isso é tão importante cuidar do olhar sobre nós mesmos.

A autoconfiança é um processo construído em cada fase da vida, por motivos que vão muito além da aparência. Os procedimentos de beleza e estética favorecem, sim, nossa autoestima e a satisfação com quem enxergamos no espelho. Mas, por mais que padrões de beleza sejam ditados, precisamos criar barreiras próprias para impedir que essas exigências afetem quem somos. Além disso, é fundamental que a ética e o bom senso do profissional sirvam de orientação sobre a harmonia estética de cada paciente.

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