Sabia que existem vários tipos de estrias? Saiba tudo sobre!

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As linhas que aparecem na pele devido ao rompimento de fibras colágenas e elásticas não são todas iguais: existem diferentes tipos de estrias. Elas são categorizadas de acordo com a sua aparência e coloração, que, por sua vez, indicam em qual estágio a lesão se encontra. 

Reconhecer e diferenciar tais marcas é fundamental para o tratamento correto, pois a fase da cicatrização influencia diretamente na técnica escolhida e na sua efetividade. Neste artigo, explicaremos  como são classificadas, quais são as causas e os melhores procedimentos utilizados para amenizá-las. 

Entenda a causa e os tipos de estrias

De uma maneira simplificada, as estrias são depressões lineares – como “cicatrizes” – que aparecem na pele devido ao rompimento de fibras de colágeno, elastina e outros componentes que dão sustentação, quando o tecido é esticado rapidamente É por isso que é comum encontrarmos diferentes tipos de estrias em mulheres grávidas (principalmente quando já passaram por muitas gestações), pessoas que ganham peso muito rápido e adolescentes em fase de crescimento. 

Mesmo não sendo dolorosas ou prejudiciais à saúde, algumas pessoas se incomodam pelo aspecto visível que as marcas deixam na pele. Tais linhas variam em relação a coloração, o que indica a fase em que elas se encontram. À seguir, você vai conhecer os diferentes tipos de estrias:

Estrias vermelhas e/ou rosadas

As estrias de tom rosado ou vermelho possuem essa coloração em decorrência do rompimento dos capilares sanguíneos (pequenos vasos encontrados na pele). Em alguns casos,  forma-se ainda um vergão avermelhado ou arroxeado. A boa notícia? As estrias de coloração rosada e/ou vermelha são mais recentes, e, portanto, mais fáceis de tratar. Neste estágio, a fibrose ainda não foi formada, logo, a capacidade de regeneração é maior.

Estrias roxas

Se você identificou que a sua pele tem tipos de estrias roxas, saiba que elas indicam o processo inflamatório. Os ferimentos internos causados pelo estiramento da pele estão passando pela cicatrização, o que escurece a estria gradualmente – até que ela se torne branca, se não tratada. 

Estrias brancas 

Sejam largas ou finas, os tipos de estrias brancas estão em seu estágio final. As marcas apresentam esse aspecto devido à atrofia dos melanócitos e diminuição de melanina, substância responsável pela pigmentação da pele. Como a área já não recebe mais a devida irrigação sanguínea, a sua capacidade de regeneração é menor quando comparada com as anteriores. Logo, se você está se perguntando “quais são os piores tipos de estrias?”, encontrou a sua resposta.

Tratamentos 

Agora que você sabe quais são os tipos de estrias existentes, fica mais fácil reconhecer em qual estágio as lesões se encontram, e quais são os tratamentos disponíveis para amenizá-las. Todavia, lembramos que é imprescindível uma consulta dermatológica, pois este profissional é capacitado para indicar o procedimento ideal para as suas necessidades. A escolha da técnica, vai depender – além do tipo de estria – do tom de pele do paciente, espessura e profundidade da lesão.

Existe tratamento caseiro para estria?

A Aloe vera é o tratamento caseiro para estrias mais próximo de ser eficaz, já que alguns artigos científicos já demonstraram que as propriedades têm efeito anti-inflamatório e cicatrizante. Contudo, esta é uma medida apenas para o autocuidado, mas, claro, não resolverá o problema em sua totalidade – principalmente em estágios avançados. 

Quais ativos são usados no tratamento tópico de estrias?

Ativos de função regeneradora podem ser indicados, principalmente quando as estrias estão em uma fase inicial. Dentre os mais utilizados, estão os ácidos retinóico e o glicólico, com ou sem a associação de componentes hidratantes na fórmula. Neste ponto, é importante frisar que você precisa, de fato, de uma indicação médica, pois pode haver irritação da pele. 

Tratamentos para todos os tipos de estrias

Em termos de procedimentos, os Lasers fracionados são os mais indicados para o tratamento de estrias, independente dos estágios. Eles podem ser ablativos, como o laser CO2, e não-ablativos, como o laser Erbium Glass 1550. Uma novidade é o uso dos lasers ultra-rápido, como o laser de picossegundos. Na Clínica Bruno Vargas o equipamento utilizado é o Picoway, que através da ponteira fracionada Resolve, atua no estímulo de colágeno novo local, melhorando o aspecto das estrias. A escolha do “laser ideal” vai depender da análise do especialista. 

Além disso, o microagulhamento com drug delivery é uma ótima opção, que pode inclusive ser aliada ao laser. Neste procedimento, um aparelho com pequenas agulhas é deslizado no local onde as estrias se encontram. Tais perfurações garantem que os ativos utilizados sejam entregues exatamente onde precisam agir, com uma capacidade de absorção muito mais alta que na aplicação tópica.

É importante lembrar que a resposta do tratamento é diferente em cada uma das fases. Nas estrias vermelhas, onde o processo de fibrose é inicial, haverá grande estímulo de colágeno, deixando a pele mais firme no local da aplicação. Como resultado, a coloração da estria vai ficar mais próxima do tom natural da pele e seu tamanho será consideravelmente reduzido.

Quando o tratamento é feito na fase branca da estria, o laser apresenta menor efeito na melhora na qualidade da pele. Todavia, nesta fase, há uma fibrose instalada e uma atrofia da derme-epiderme. Justamente por isso, é possível amenizá-las, mas de forma menos significativa.

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A Clínica Bruno Vargas é um espaço um espaço de excelência multidisciplinar, composta por 5 Núcleos de atendimento com especialistas de excelência. Entre eles, estão os Núcleos de Dermatologia e Corporal, além de tecnologias de ponta para uma combinação de técnicas eficazes no protocolo de tratamento do paciente. 

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