Você, paciente!

Se um paciente com predisposição ao melasma tomar sol em determinada parte do corpo, isso pode ativar a mancha existente na face ou em outra região que não foi exposta diretamente à luz?

Segundo estudos sobre o melasma, não há evidências de que a exposição de uma parte do corpo ao sol acarrete no desenvolvimento do melasma noutro local.

No entanto, é importante salientar que a radiação ultravioleta é capaz de estimular a síntese do hormônio alfa-melanoestimulante (alfa-MSH) e adrenocorticotropina (ACTH). Em última análise, isso aumentaria a proliferação dos melanócitos e, consequentemente, da produção de melanina, o que poderia agravar o melasma. Entretanto, isso ocorre apenas no local exposto.

O que pode passar a falsa impressão de que a exposição de uma parte do corpo agrava o melasma da face, por exemplo, é o fato de que, se o indivíduo estiver em um ambiente com muito sol, a probabilidade de que sua face também receba todas as radiações (UVA, UVB, luz visível e radiação infravermelha) é grande, ainda que na sombra.

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